quinta-feira, 9 de julho de 2009

REVITALIZAÇÃO DE MARCA



Várias marcas têm sofrido ajustes com o passar do anos, algumas mudaram sutilmente e outras completamente.
A revitalização da marca é algo necessário, pois ela deve obedecer a sua contemporaneidade, transmitir a mensagem certa na sua atualidade.

A marca deve ser mais do que uma mera ilustração, deve ser um símbolo visual que represente a imagem da empresa, produto ou serviço, seu perfil e objetivos. Tudo isso é realizado por um árduo trabalho de pesquisa do designer ou publicitário, que analisa diversas vertentes, perfis, cores, conceitos, contextos, etc.

O trabalho de revitalização da marca deve ser minucioso, pois mexer mesmo que pouco em um desses elementos pode mudar totalmente a característica do signo. Então é possível afirmar que o redesenhar uma marca é tão complexo quanto criar uma nova.

Toda marca se não precisa agora de uma revitalização, em breve vai precisar. Isso vai depender de vários aspectos. Assim como a arte, a música, a arquitetura e os conceitos das pessoas mudam as marcas também tendem ao mesmo destino. A internet é um exemplo de mudança de comportamento e conceito de vida. Ela tem colaborado para que os empresários, atentos na globalização e novas tendências, entendam e adotem as adequações de suas marcas.
A seguir, algumas marcas que revitalizei:





sábado, 4 de julho de 2009

DIVERGÊNCIA E CONVERGÊNCIA

Fonte: Portal da Propaganda
“É impossível a um homem aprender aquilo que ele pensa que já sabe."
Epicteto
A Europa dentro de nós
Concordamos que a dificuldade de olhar um objeto ou situação sob novos ângulos e de repensar a respeito procede de noções como normal versus anormal e certo como antípoda de errado, enraizadas na cultura. Mas não são apenas esses os limitantes.
É necessário levar também em conta a permanência da cultura branca – européia, ibérica, católica e um tanto moura – no sistema ideológico da sociedade brasileira. Essa herança impregna o imobilismo das convicções com um sacrossanto autoritarismo que acha legítimo ser defendido com os dentes cerrados: “Essa é a minha opinião!”.
Faz falta um estudo antropológico do tribalismo europeu. O autoritarismo das convicções estende-se a toda a Europa, apenas com variação de nuances. Essa leitura não visa um juízo ético ou político do continente europeu, nem expressa qualquer grau de aversão. Esse traço das culturas européias inibe a flexibilidade e a expansão do pensar. Dispensável lembrar o preço alto e permanente que os próprios europeus pagam por seu “apego à verdade eterna e acomodada”. Nietzsche, o precursor da linguística, foi certeiro: “As convicções são inimigos mais poderosos que a mentira”.
Tanto os europeus quanto os latino-americanos (e os anglo-americanos também) precisam ganhar clareza sobre as afinidades autoritárias que, em nossos sistemas ideológicos, estão frenando a flexibilização do pensar.
Divergência & convergência – o “milagre”
Foi na América, mais precisamente no nordeste dos EUA, que a partir dos anos 50 começou o “truque”, logo alçado a estratégia, de proporcionar à operação do Pensar Criativo duas etapas distintas e complementares: divergência e convergência. No princípio, uma aventura empírica de trabalhadores dedicados que parecem não haver levado em conta William James e John Dewey, seus predecessores e compatriotas.
O que aqueles arrojados empíricos (Alex Osborn, Sidney Parnes, Ruth Noller, Angel Biondi, John Arnold, Bob Eberle e tantos outros) começaram a descobrir/inventar foram táticas como a de aproveitar o movimento do pensar para torná-lo menos previsível e, assim, desfolhá-lo em novas possibilidades, trilhas e revelações. Os achados daquelas primeiras décadas foram tão surpreendentes que logo se foi formando uma atmosfera de milagre e magia. Atraente a princípio, essa aura porém já sufocou muito do caráter neo-iluminista da saga inicial.
Mas deixemos de lado essa derrapagem. Importa destacar as conquistas.
Os interstícios, as nanobrechas entre os micromomentos do pensar são o campo de exploração ainda hoje predominantemente empírico da inteligência na aventura da divergência. Penetra-se nesse oceano submerso (e deliberadamente ignorado) para “encontrar” algo que com frequência não se pretende antecipar o que seja, ou simplesmente para inflectir outro rumo ao “pensar instalado”, rumo este que também não é previamente escolhido.
A atitude fundamental na divergência é o julgamento adiado, que consiste em deixar aflorar percepções, sugestões e idéias em uma fluência não-crítica. É compreensível que nesse clima predomine o pensar lúdico que, para as pessoas não previamente preparadas, parece irresponsável e improdutivo. Ao fim de uma sessão de divergência, faz-se uma coleta, ainda não o julgamento, do material que pode provocar outras associações na passagem para a convergência.
Antes de falarmos da convergência, citemos alguns instrumentos e técnicas utilizados na divergência, tanto para penetrar nos interstícios do processo de pensar quanto para contribuir para uma nova correnteza.
O brainstorm é sem dúvida o mais frequente, por ser o mais simples e o mais produtivo. No que se refere à prática no Brasil, mais de 90% do que se pretende como brainstorm ainda não o é, porque são reuniões em que falta exatamente o julgamento adiado, requisito imprescindível, e porque tanto os grupos não foram instruídos para a atividade como os “facilitadores” são na verdade monitores que por alguma razão não foram preparados técnica e eticamente para a responsabilidade.
Mas mesmo no Brasil há quem também pratique a Escada da Abstração (recurso inspirado na técnica socrática e dos sofistas de trabalhar com as perguntas “Por que?” e “Para que?”), a Associação Forçada (“forced fitness”) e “check-lists” como o Scamper e o Roteiro do Repórter, que são produtivos quando em real clima de divergência. Se forem praticados como um simples mapeamento de memória, nada acrescentam para a finalidade.
Ao haver proliferado variedade na etapa da divergência, ingressa-se nas táticas de aproveitamento quase-crítico – a nosso ver, mais-que-crítico – da convergência. Aqui busca-se foco, mas reinam atitudes avessas à “crítica burocrática” vigente nos círculos técnicos, administrativos e acadêmicos. Por exemplo, o julgamento afirmativo não é o milenar julgamento de Talião, que condena, elimina, pune, expurga. É mais uma radiografia ou análise de atributos. Em vez de afirmativo – anglicismo de sentido difuso para nosso entendimento em linguas latinas –, talvez devesse chamar-se julgamento descobridor, aprendiz, aproveitador ou salvador.
São surpreendentes os ganhos de quem passa a praticar a alternância das etapas divergência & convergência. Surpreendentes porque a prática continuada não cessa de proporcionar diferenciações e descobertas nos mais diversos campos. Surpreendentes porque chegam a mudar cursos de vida. E surpreendentes porque com frequência surpreendem as mentes mais atentas.
A flexibilização do pensar amedronta os autoritários dentro de suas armaduras. Mas, quando o julgamento adiado e o julgamento afirmativo conseguem penetrar as frestas das convicções, acontece aquilo que os beatos do não-pensar chamam de milagre do salto lógico.
José Leão de Carvalho (ilace@ilace.org.br) é diretor metodológico do Instituto Latino-americano de Ciências Cognitivas e Estratégia (www.ilace.org.br).

sexta-feira, 3 de abril de 2009

OIA ONÇA!


Nesta quinta feira (2), eu e a turma da ADERE fizemos um manifesto em frente ao portão de entrada do Parque Nacional do Iguaçu com o objetivo de conscientizar as pessoas para a preservação da vida selvagem no Parque.

Para a ação, ilustramos no asfalto um gráfico de uma onça morta com marcas de pneus sobre esta. A proposta foi mostrar o impacto destrutivo que o excesso de velocidade causa nos animais que habitam o parque.

A idéia foi "pegar carona" na campanha "OiaOnça", produzida pela agência L3 comunicação (Foz) em 1997 para o PNI, a campanha na época ajudou a diminui consideravelmente a morte por atropelamento de animais na rodovia do parque.

O manifesto foi pacífico e contou com a colaboração de outras Ongs e da imprensa local.

Confira as imagens:






Marcio, Marcito, Jussimar e eu executando a ilustração



outras imagens no portal de notícias clickfozdoiguacu

sexta-feira, 20 de março de 2009

Curso de Desenho e Pintura


"Espaço, forma e direção de linha". Estas são algumas das técnicas que se tornaram a base dos meus trabalhos de desenho e pintura. No início dos anos 90, fiz minha matrícula num curso de desenho e pintura na COART, por indicação de um amigo desenhista. A princípio, pensei que era mais um daqueles cursinhos de desenhos para caricaturas, mas após uma pequena explanação do professor Miguel Hachen percebi que se tratava de um curso com técnicas diferenciadas e que poderia mudar minha visão sobre desenho. Dito e feito, Após alguns meses de cursos ja participava de exposições e salões de arte. Todo o conhecimento adquirido durante o curso me ajudaram a entender não somente de desenho e pintura, mas sobre a arte e a sua importância para a humanidade.

Aqui estão alguns dos meus trabalhos:

Surrealismo




Figurativo




Abstrato




Impressionismo






Cubismo



Depois de muitos anos, o curso está de volta. Ministrado pelo meu mestre e amigo Miguel Hachen, o curso será na galeria do artista, na rua Santos Dumont, 1296, Tel. 45 9915-1641 - Foz do Iguaçu-PR. As aulas terão início ainda neste mês.

Confira a grade das atividades:

Objetivos específicos

Estimular a criatividade
Desenvolver o senso estético
Apreender os fundamentos do desenho
Dominar as variadas técnicas da pintura
Descobrir uma forma própria de expressão artística
Expressar através da arte as experiências e emoções
Promover, divulgar e enriquecer os valores individuais
Possibilitar o intercâmbio de experiências e conhecimentos
Adquirir concentração e disciplina nos trabalhos individuais e/ou grupais
Desenvolver-se profissionalmente como desenhista e/ou artista plástico

Programa de estudos

Cada um dos cinco módulos do Curso de Desenho e Pintura foi elaborado para aprender e desenvolver de forma prática, integrada e progressiva, os fundamentos sobre a percepção da forma e das cores e sua relação com o fenômeno estético dentro de uma visão holística e integral. Linha, superfície, volume, luz e cor, semelhanças e contrastes, proporção, ritmo, escalas e texturas, constituem elementos fundamentais do desenho e da pintura como expressão plástica.

NIVEL I

Módulo de desenho: Aprender a ver

Baseado no método Desenhando com o Lado Direito do Cérebro de Betty Edwards, o curso começa convidando o aluno para aprender a ver no sentido de desenvolver a percepção visual.
Duração: 4 meses

NIVEL II

Módulo de pintura I: Claves de cores e valores tonais

Iniciação à pintura. A base desta etapa consiste em familiarizarem-se com a pintura e os diversos materiais plásticos, analisado obras e modelos ao natural.

Duração: 4 meses

NÍVEL III

Módulo de pintura II: O espaço e a luz

A cor é luz e dela nasce toda a gama policroma com seus contrastes e harmonias. A cor constitui um valioso meio para expressar nossa personalidade, para conhecer nosso estado de espírito e para exteriorizar nosso ser interior através da arte. Dentre os princípios básicos na qual se fundamentam os códigos visuais da linguagem plástica, além da cor, estão à forma, a linha, o equilíbrio, o movimento, o contraste, etc., as que nos possibilitam configurar o espaço.

Conhecendo estes princípios básicos o aluno contará com elementos suficientes para criar com liberdade, adquirindo também a capacidade de ler e interpretar as grandes obras de arte. Desta maneira o educando irá ingressar ao fascinante mundo das artes plásticas e sua linguagem visual.

Duração: 8 meses

NÍVEL IV

Módulo de pintura III: As escolas de arte

A arte é vista através dos olhos dos grandes mestres da pintura universal, os que ajudarão o aluno a se introduzir nos movimentos e escolas mais importantes da historia. Não apenas se estuda historia da arte, mas se vivencia, se compreende. As experiências dos artistas do passado levarão o aluno a encontrar seu caminho no presente.

Duração: 4 meses

NÍVEL V

Módulo de pintura IV: Estética contemporânea

Uma vez assimilado os fundamentos da pintura através de experiências práticas é hora de pesquisar novos materiais e técnicas, de começar a trabalhar uma linguagem própria e trilhar um caminho que levará o aluno a novas formas de expressão. O final do curso é na verdade um começo, um ponto de partida, onde o aluno está preparado para começar sua carreira artística.

Duração: 4 meses

Aulas personalizadas para turmas reduzidas
Isentanção de taxas de inscrição
Programa especial de incentivo à arte
Aulas demonstrativas, sem custos
Disponibilidade de horários nos períodos matutino, vespertino e noturno

Carga horária

Duas vezes por semana de 3h por aula



Quantidade mínima de alunos - 6 (seis)

Quantidade máxima de alunos - 10 (dez)

Valor da mensalidade: R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais)

quarta-feira, 4 de março de 2009

Novas marcas em Foz do Iguaçu


Um novo portal de notícias começa a fazer diferença na tríplice fronteira. Clickfoz.com.br Trata-se de um canal de notícias que fornece,diariamente, notícias relacionadas a Foz do Iguaçu e ainda, sobre as principais manchetes do Brasil e do mundo.
Produzi a marca para o portal e outras aplicações off line.



Outras logos que andei produzindo neste início de ano:


quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Pregnância da Forma | Organização Perceptual

Diariamente, somos bombardeados por estímulos físicos. Para compreendê-los formamos organizações perceptuais. Há várias maneiras de se organizar esses estímulos e, de fato, o fazemos, porém sempre de forma única. Nunca há dois tipos de organização em um só momento. Essa ação se dá de maneira espontânea, inerente ao indivíduo. No entanto, nosso consciente também pode exercer um papel nesse processo, pois a organização perceptual ocorre dentro e fora da consciência, podendo ser criada conscientemente se a pessoa assim preferir ou, caso contrário, a organização ficará a cargo do inconsciente.
Segundo a teoria Gestalt, ciência que estuda a percepção de objectos e formas, não se pode ter conhecimento de um todo por meio de suas partes, pois o todo é maior que a soma de suas partes. Trocando em miúdos, se não tivermos todos os elementos visualmente organizados não entenderemos a mensagem na sua totalidade.
Uma das oito leis da forma, criadas pela Gestalt é a “Pregnância da Forma” que se refere ao equilíbrio, clareza e unificação visual. É a organização dos elementos visuais a fim de fornecer a nossa visão uma rápida leitura e interpretação.
Quando criamos logomarcas sabemos que os símbolos possuem alto poder de atração, mas tal poder só tem efeito se a forma conter equilíbrio, clareza e unidade. Vejamos algumas marcas que criei seguindo esse paradigma.